quarta-feira, 21 de julho de 2010

Continuação do book (For Lana Naytiara . )



Naquele momento TODOS os meus sonhos se perderam, e o mesmo aconteceu com os meus desejos, minha personalidade, meus sentimentos e tudo o que podia e estava relacionado a mim! EU ESTAVA PERDIDA!
Ele veio em minha direção e o meu único pensamento era: não o deixe infeliz. Fiquei irada comigo mesma por ainda me importar quando ele não havia dado a mínima importância pra nada do que eu tinha feito por ou para ele, por ele não ter dado a mínima pro sentimento que havia crescido dentro de mim. E por um instante minha vontade era de acabar com o mundinho de felicidade dele, e fazê-lo sentir tudo o que eu estava sentindo ali.
Eu queria, mais não o fiz! Respirei fundo e procurei tentar achar minha sanidade, ela me achou a tempo suficiente de pelo menos eu encontrar e ver uma fagulha se apagando: aquela deveria ser minha esperança! Sim, ela se foi. E por mim nunca deveria retornar!
E assim eu passei os dias, os meses e quem sabe os anos. Pra maioria dos que me rodeavam eu tinha mudado, mais eu não me lembrava de ter mudado, eu nem mesmo lembrava quem eu era! Mais sabia que ninguém tinha culpa de nada, e a cada dia me esforçava mais e mais pra mostrar a eles e a mim que eu era forte, e como prova disso tentava esboçar um sorriso!
Então num momento de fraqueza, um líquido quente e molhado começa a encharcar a minha face, e por tantas e tantas vezes eu pensei novamente que a dor que eu sentia nunca mais ia passar. Só que dessa vez foi diferente, assim que as lágrimas começaram a cair, uma mão me tocou. Tocou-me do modo mais gentil que qualquer pessoa poderia me tocar, e me afagou. Eu ouvi uma voz que dizia que tudo isso ia passar! Eu queria gritar mandando a pessoa calar a boca, porque eu sabia que a pessoa estava mentindo, mais não tive coragem, porque ao olhar para aquele rosto eu vi nos seus olhos o mesmo sofrimento que o meu, e quem sabe um sofrimento até maior! Ele era outro perdido, assim como eu. E ali encontrei meu refúgio!
Nós que éramos perdidos, nos juntamos. Uma amizade constante e implacável! Após isso, todos os que nos viam diziam que viam sinais de esperança! A única coisa que eu via, era um vapor mínimo de não sei o que! Se aquilo era esperança, bom, se não era tanto faz!

continua ... (posto depois (: )

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